NPdiário | Delegado platinense alerta para golpe do falso aluguel

Delegado platinense alerta para golpe do falso aluguel

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A suposta locação é frequente neste período de férias

Mesmo com a pandemia e a redução das viagens de férias, nesta época do ano, com a chegada da alta temporada do verão  é natural o aumento da procura por imóveis no litoral, “mas cuidado para não tornar um momento de lazer e descanso em problemas, o golpe do falso aluguel cresce na mesma proporção da demanda”, adverte Rafael Guimarães (fotos), delegado da Polícia Civil de Santo Antônio da Platina.

Os golpistas usualmente anunciam imóveis nas redes sociais e aplicativos de compra e venda se aproveitando da alta demanda por casas na praia e tornando a oferta atrativa para as vítimas com anúncio de diárias bem abaixo das praticadas no mercado e divulgando fotos de casas espaçosas, bem localizadas, com piscina, perto da praia, com ar condicionado etc.

Os estelionatários alegam para a vítima, quando questionados sobre a diária atrativa, que pela negociação ser feita diretamente com o proprietário e sem imobiliária, consegue oferecer esse preço baixo.

A negociação é feita por telefone e Whastapp, sendo que o estelionatário convence a vítima enviando fotos e vídeos da casa (normalmente extraídas da internet ou clonadas de outro anúncio) e a induz a fechar o negócio com rapidez alegando que existem outros interessados e que o valor está muito baixo, exigindo, então um depósito de garantia de 20% a 50% do valor total das diárias.

Na maioria das vezes a pessoa só descobre que foi vítima de golpe quando chega na casa da praia com a família  e percebe que o imóvel alugado não existe ou outra pessoa já está no local.

O Delegado orienta as pessoas para que sempre desconfiem de valores oferecidos que sejam muito baixos. Em todos os golpes de estelionato o criminoso consegue ludibriar a vítima fazendo ela crer que vai sair em uma posição financeira bem vantajosa na negociação.

O policial também orienta para que nas negociações , o interessado exija o envio de comprovantes de propriedade do imóvel (foto de carnê do IPTU, contas de águas e luz) e se possível, antes de fechar o negócio, ir até o local ou pedir para alguém próximo verificar se o imóvel existe e, ainda, falar pessoalmente com o negociador e evitar antecipar o pagamento de transferência ou depósito bancário, combinando que o pagamento só será realizado com a entrega das chaves.

 

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